quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014

Chocolates, refrigerantes, salgadinhos e doces: por que devemos evitar?


Aí está um assunto que sempre me chamou a atenção e provavelmente da maioria das mães.
Por que não dar esses alimentos para as crianças? A resposta é sempre a mesma: “porque faz mal”.
Mas… por que faz mal? Por que devemos postergar ao máximo a introdução desses alimentos na dieta das crianças?
Chocolate
O chocolate tem vários benefícios – desde que seja aquele com a porcentagem maior de cacau: possui propriedades antioxidantes, melhora o fluxo arterial, ajuda a diminuir os níveis de LDL (colesterol ruim), entre outros.
Porém, os chocolates com baixa porcentagem de cacau (que são os mais comumente encontrados) possuem muito açúcar e gordura, contribuindo assim para que a criança ganhe peso de maneira pouco saudável. Nesse caso é melhor evitá-los.
Açúcar Refinado
Ao passar pelo processo de refinamento o açúcar perde vitaminas e sais mineirais, ficando apenas as “calorias vazias”. Nesta forma, traz prejuízos ao organismo, tornando-o propenso a varias doenças, entre elas o diabetes. Prefira o açúcar mascavo ou o demerara, que não recebem aditivos químicos, por isso conservam as vitaminas e minerais.
Evite as guloseimas como balas, pirulitos e doces em geral que entre muitos outros problemas, podem causar cáries.
Gordura
A gordura tem seu charme: ajuda a manter a temperatura corporal, protege contra impactos e ajuda a metabolizar as vitaminas lipossolúveis (A, D, E e K), além de dar sabor aos alimentos. Porém ao esquentar o óleo são liberadas muitas toxinas e o excesso traz prejuízos ao organismo como colesterol alto, obesidade, baixo desempenho físico, etc.
Os salgadinhos de pacote geralmente possuem muitos carboidratos, sódio (principal vilão da hipertensão) e gorduras saturadas. Para não restringir totalmente, procure os que são assados, com menos gorduras.
O mesmo vale para os salgadinhos fritos como coxinha, risólis, bolinha de queijo: prefira sempre os salgados assados.
Refrigerantes
Os refrigerantes não contribuem em nada para a nossa saúde. Prejudicam o organismo deixando o Ph do nosso sangue mais ácido, portanto mais propício a doenças. Vejam a explicação do Ph em relação à água.
“Uma água mineral de boa qualidade deve ter um pH compreendido entre 7,0 e 7,5.
O sangue de um ser humano saudável tem um pH de 7,35 a 7,45 e contém cerca de 90 a 95% de água.
O nosso corpo tenta a todo custo manter o pH sanguíneo dentro destes valores, extraindo minerais do organismo para manter o pH. Quando não consegue equilibrar o pH, o nosso corpo torna-se ácido e propenso à infestação por parasitas e todos os males que eles trazem.
Um pH levemente alcalino do sangue aumenta a oxigenação das células e a imunidade, uma vez que, vírus e bactérias precisam de um meio ácido para sobreviver. Assim como o fogo precisa de oxigênio para existir, os vírus e bactérias necessitam de um meio ácido para se manterem vivos. Sendo assim, beber água com um pH neutro ou levemente alcalino contribui, também, para que o nosso corpo mantenha o seu pH nos níveis adequados”.
Isso significa que a água é saudável, já o refrigerante faz muito mal. Para mantermos nossos filhos saudáveis e longe de doenças, o ideal é dar opções de sucos naturais e água, ficando longe dos refrigerantes.
Ao optar por essas restrições na dieta do seu filho, você provavelmente irá ouvir: “coitadinho dele!”
Na verdade, deveríamos “sentir pena” das crianças que desde cedo tomam refrigerante e se alimentam de muitos doces e salgadinhos fritos. Muitas calorias, poucos (ou quase zero) nutrientes.
É importante encontrar um equilíbrio, claro.
Mas lembre-se que ao dizer não, você está zelando pela saúde do seu filho, que é mais importante do que qualquer prazer que um doce ou refrigerante possam proporcionar.

Ajude seu filho a cultivar hábitos saudáveis de alimentação e fuja da influência da mídia, que nos induz a consumir produtos que prejudicam nossa saúde, nos fazendo mais tarde, investir em medicamentos.

Fonte: http://vidamaterna.com/chocolates-refrigerantes-salgadinhos-e-doces-por-que-devemos-evitar/

Pirâmide nutricional


Alimentação na escola: merenda ou cantina?

A alimentação desempenha um papel essencial ao longo do tempo de existência das pessoas. A idade escolar é o período em que a criança apresenta um metabolismo muito mais intenso, e uma alimentação inadequada lhe traz consequências orgânicas, como diminuição da capacidade de raciocínio e memorização, deficiência no crescimento e desenvolvimento, alterações de humor, desnutrição ou até mesmo obesidade.
Assim, a escola torna-se um ambiente favorável para o desenvolvimento de ações para a formação e promoção de hábitos alimentares saudáveis, por ser um espaço social onde as crianças passam grande parte do seu tempo (aproximadamente 180 dias por ano) convivendo e apredendo novidades diariamente.
A hora do recreio é um momento em que lanchar com os colegas está associado à competição, comparação e necessidade de serem aceitos pelo grupo. As crianças normalmente desejam comer os mesmos alimentos que seus amigos. Dessa forma, a criança não aceita levar uma fruta para a escola, por exemplo, já que seu grupo de amigos leva ou compra na cantina da escola um salgadinho e refrigerante. Outro problema referente à necessidade de se sentir parte de um grupo vem do fato de que levar lanche de casa é “coisa de pirralho” , período que acabaram de deixar e fazem de tudo para se diferenciarem dos mesmos.
A cantina é um espaço no qual é possível observar, geralmente, a comercialização de alimentos industrializados. O consumo rotineiro desses alimentos pode contribuir para o desequilíbrio da dieta e para o aumento de doenças ligadas à alimentação, como a obesidade, diabetes, doenças cardiovasculares, etc. Além disso, o valor nutritivo das refeições fica comprometido quando há o aumento da inclusão de alimentos industrializados em detrimento do consumo de alimentos naturais, como as frutas e os vegetais.
Entre os vários produtos vandidos nas cantinas das escolas, podemos citar as balas, pirulitos, doces, chicletes, chocolates, refrigerantes, sucos artificiais, salgadinhos do tipo chips, biscoitos recheados e salgados (muitos deles fritos). Esses alimentos possuem alta quantidade calórica em pequenas porções e baixa concentração ou ausência de nutrientes necessários ao bom crescimento e desenvolvimento das crianças. Quantidades excessivas de sódio, açúcar e gorduras, somadas as baixas quantidasdes de fibras, vitaminas e minerais aumentam os riscos para problemas nutricionais.
As escolas também têm a opção de distribuir aos alunos a merenda (refeição preparada na própria escola). No Brasil, o Programa nacional de Alimentação Escolar (PNAE) regulamenta a distribuição de refeições durante o intervalo das atividades escolares. Ele visa suplementar a alimentação do aluno e formar bons hábitos alimentares, melhorando sua suas condições nutricionais e sua capacidade de aprendizagem. A merenda da escola produzida sob a supervisão de um nutricionista, respeitando um cardápio variado e nutricionalmente equlibrado, é mais vantajoso às crianças.
A comunidade escolar é formada pelos pais, professores, coordenadores, diretores, alunos, donos de cantinas, merendeiros e demais funcionários da escola. Diante dessa diversidade, essa comunidade bem esclarecida e informada pode participar ativamente na orientação de hábitos alimentares saudáveis às crianças. A opção da merenda escolar ou uma cantina com alimentos mais adequados deve tomada em conjunto, sempre com o foco na saúde infantil.

Fonte:  ANutricionista.Com - Marcella Lamounier - CRN1 3568 - Nutricionista em Brasília.
Acesso em: http://www.anutricionista.com/alimentacao-na-escola-merenda-ou-cantina.html

O lanche escolar ideal para seu filho


Nutricionistas explicam o que não pode faltar na lancheira da criança, quais produtos são pouco indicados e sugerem um cardápio para três semanas
Segundo a Organização Mundial de Saúde, uma dieta saudável passa por cinco pontos: amamentar o bebê durante os seis primeiros meses de vida, comer alimentos variados, ingerir muitos vegetais e frutas, moderar na quantidade de gorduras e óleos e evitar sal e açúcar. Parece fácil, mas estes hábitos devem ser desenvolvidos desde a infância – de preferência, começando pelo que seu filho leva na lancheira. 


LANCHE INDICADO 

O lanche escolar é uma refeição intermediária, que serve para dar energia à criança entre duas refeições principais. O ideal é que ele contenha uma porção de carboidratos , para fornecer energia; uma porção de lácteos , que tem proteínas; uma porção de frutas ou legumes , responsáveis pelas vitaminas, fibras e minerais; e uma bebida , para hidratação.


LANCHE CONTRAINDICADO
Do outro lado, pães brancos , refrigerantes , salgadinhos – especialmente os fritos – e confeitosdesequilibram a balança. Apesar de fornecerem energia, estes alimentos contêm pouco além das chamadas “calorias vazias”. “Nutricionalmente, eles são só sal e gordura”, alerta a nutricionista Rosana Perim, do Hospital do Coração, em São Paulo. 

Como equilibrar a equação?
É claro que a maioria das crianças prefere abrir a lancheira e encontrar batatinhas fritas, chocolate e refrigerante. Já os pais gostariam que elas comessem um bolo integral, uma fruta e um suco. Para equilibrar essa equação, a nutricionista e consultora Cynthia Striebel, que há 14 anos desenvolve um projeto de educação alimentar escolar em Porto Alegre, sugere a negociação. “Seu filho quer levar algo não muito nutritivo? Eventualmente, isso não é um problema. Negocie com ele um dia da semana para este lanche e, nos outros dias, as frutas, cereais e o leite”, exemplifica.
Rosana Perim concorda. “Não precisa proibir o chocolate. Basta saber equilibrar”, diz ela. Outra dica é incluir as crianças no processo de comprar e preparar o lanche. Vale levá-las ao mercado ou à feira, explicar porque você escolhe aqueles alimentos e como aquilo vai fazer bem a elas.

Opções industrializadas
Nem todas as mães têm o tempo necessário para assar um bolinho integral ou preparar um suco natural para o lanche do filho antes de sair de casa pela manhã. Por isso, não se desespere se tiver de recorrer aos industrializados. Hoje, os supermercados oferecem opções razoavelmente saudáveis, basta saber escolhê-las.
No caso dos biscoitos, procure aqueles com as menores quantidades de gordura e de açúcar possíveis. Bolinhos com recheio e cobertura devem ser evitados, pois geralmente contêm gordura trans – vale observar também na tabela nutricional do alimento o índice de gordura vegetal hidrogenada; quanto mais elevado, pior. Escolha os sucos de caixinha sem adição de açúcar e lembre-se que achocolatados não são leite, são uma composição feita com soro de leite: prefira aqueles com menos sódio e menos açúcar e garanta que a criança beba leite de verdade em algum outro momento do dia.
Conservação
Não adianta ficar atenta para um cardápio equilibrado se ele não estiver bem conservado na hora do sinal. Lancheiras térmicas garantem conservação por duas a quatro horas, segundo fabricantes. Mesmo assim, é melhor evitar patês e embutidos que necessitem de refrigeração maior.

Fonte: http://delas.ig.com.br/filhos/o-lanche-escolar-ideal-para-seu-filho/n1237537948008.html



Lanche escolar Saudável

O lanche escolar saudável é uma grande dificuldade na alimentação infantil. É difícil para a mãe unir praticidade com qualidade e é difícil a criança aceitar o que a mãe escolheu. Muitas vezes o prático não é o mais saudável, mas são o que as crianças mais adoram. E esses alimentos passam a ser consumidos com mais frequência. Hoje nós encontramos um grande crescimento da obesidade infantil. E com certeza a alimentação escolar influência muitos nisso.
Mas tudo tem um jeitinho. Existe um meio termo para essa dificuldade. Seguem algumas dicas que irá ajudar:
- negociar um dia na semana para a criança escolher o que preferir levar de lanche. De preferência no meio da semana para ficar distante do final de semana que já entram alguns abusos na alimentação;
- evitar monotomia de opções. Procure variar o máximo possível as opções de lanches e as cores para a criança sentir prazer e desejar comer;
- cuidado com lanches que vão queijos, frios, requeijão ou mesmo evitar levar iogurtes ou produtos que necessitam de refrigeração. São alimentos fáceis de estragar e dificilmente as escolas tem um refrigerador para armazenar o lanche;
- sempre coloque uma fruta na lancheira. Mas deixe com que a criança participe da escolha de qual fruta ela quer levar no dia. Se ela não quiser nenhuma, escolha frutas que não estragam com facilidade e envie junto na lancheira. Se a criança não comer na escola, ela comerá em uma outra oportunidade;
- Sempre pergunte dos lanchinhos dos colegas. Assim ficará mais fácil identificar quando o seu filho comeu algo do amigo. As trocas de lanches escolares são comuns, mas para crianças com obesidade isso pode agravar mais o ganho de peso;
 - Além da fruta é necessário levar uma opção de carboidrato que são responsáveis pela energia. Coloque na lancheira pães integrais, bisnaquinha integral, wrap (novidade no Brasil,mas as crianças adoram), barras de cereais, biscoitos integrais.
- as geléias de frutas e polenguinho são boas opções de passar no pão por não precisarem de refrigeração;
- quando for biscoitos ou bolachas não deve colocar na lancheira o pacote inteiro. Sempre separa as porções de 4 a 5 biscoitos para não correr o risco da criança passar da quantidade adequada;
- orientar a criança quando ela for consumir salgados da cantina, escolher os assados e evitar as massas folhadas. O pão de queijo, enroladinho, esfiha e torta são boas opções.
- sempre coloque uma garafinha de água na mochila. As crianças esquecem de beber água. Avise a professora para lembrar o seu filho de tomar a água.
- os achocolatados possuem muita gordura e açúcar. Evite colocá-los todos os dias na lancheira.
A seguir algumas sugestões de combinações, mas lembrem-se que cada criança tem uma necessidade energética diferente e em alguns casos patologias específicas que necessitam de alimentos difirentes. Sempre consulte um profissional Nutricionista para saber a melhor opção no caso do seu filho.
Sugestões
Opção 1: 3 bisnaguinhas integrais com geléia de morango, 1 caixinha de achocolatado e 1 maça.
Opção 2: 5 cookies integrais, 1 caixinha de suco de soja com sabor de fruta e 1 banana.
Opção 3: 3 torradas integrais com geléia de uva, 1 caixinha de achocolatado e 1 pêra.
Opção 4: 1 barra de cereais, 1 caixinha de suco de soja com sabor de fruta e 1 goiaba.
Opção 5: 1 lanche de pão integral com queijo precessado que não precisa de refrigeração e suco de fruta de caixinha.

Dica: Existem marcas interessantes de produtos naturais. Dê uma olhadinha que vocês encontrarão excelentes sugestões saudáveis, gostosas e apetitosas!


Fonte:  ANutricionista.Com - Cristiane Mara Cedra - CRN3 19470 - Nutricionista em São Paulo.
Acesso em: http://www.anutricionista.com/lanche-escolar-saudavel.html